top of page

 

Mas afinal, “não só de pão vive o homem”!!   
Anos depois,  Companhia da Rosa me pareceu um bom  nome para abrigar e divulgar meus  interesses que se abriram em um leque de projetos da Arteciência — uma busca de integrar disciplinas como a Música, a Astrologia, a Medicina Chinesa, a Ioga, a Nutrição, tudo no sentido de promover a saúde, gerando equilíbrio e harmonia:
                                                                        "Mens sana in  corpore sano"!
Parece que ouço minha avó, tão virginiana, dizer: “de médico e de louco todo mundo tem um pouco”.
 
A Companhia da Rosa começava a se multiplicar.
E na primeira oficina-aula de História da Música, um projeto da Companhia, uma participante comentou seu interesse, curiosidade por causa do nome, lembrando que a raiz da palavra inglesa company (companhia, empresa) deriva do latim com panis, “compartilhar o pão” —  a mesma raiz da palavra companheiro. Do latim compania = grupo que compartilha o pão.
Como essa ideia é antiga dentro da gente... 
Compartilhar o pão deve ter sido a primeira comunhão!
E onde há comunhão, há espírito, como no pão dos elfos que alimenta por muito tempo.
Fiquei surpresa... a Companhia da Rosa reafirmava seu sentido!
O pão e a mesa, amigos compartilhando idéias, senso estético, gostos e desilusões, ilusões e a memória, a história, as histórias... Todas tão rosas.
De repente a Companhia da Rosa fez-se em pétalas guardadas em tantas caixas... tantas pétalas, brancas, vermelhas, amarelas, rosa e branca, um amor de pétalas, um perfume de rosas, herança da minha Mãe!  
bottom of page